Riscos à Biota Aquática Pelo Uso de Tintas Anti-incrustantes nos Cascos de Embarcações

Autores

  • T. L. Martins Departamento de Fisiologia, Instituto de Ciências Básicas da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brazil
  • Vera M. F. Vargas Programa de Pesquisas Ambientais, Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler (FEPAM), Porto Alegre, RS, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.001

Palavras-chave:

Bioincrustação, biota aquática, ecotoxicologia, embarcações, organoestanhos, tintas anti-incrustantes

Resumo

Os cascos das embarcações estão constantemente sujeitos à bioincrustação, o que resulta na diminuição significativa da eficiência operacional, elevando os custos devido ao aumento no consumo de combustível. Dentre os diversos sistemas anti-incrustantes desenvolvidos para contornar este problema, os que apresentam compostos organoestânicos em suas formulações tornaram-se o foco das discussões entre órgãos ambientais nas últimas décadas. Estes compostos são considerados uma ameaça à biota aquática em áreas com intensa atividade naval e podem agir como disruptores endócrinos em invertebrados. Após as restrições impostas para o uso de tintas à base de organoestanhos, outros biocidas vêm sendo utilizados. No entanto, tais produtos também apresentam efeitos tóxicos ao meio ambiente. Este artigo apresenta uma revisão da literatura relacionada aos riscos da exposição de organismos aquáticos aos compostos que constituem as tintas anti-incrustantes, assim como as alternativas propostas para substituir os produtos atualmente comercializados.

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Publicado

2013-06-18

Como Citar

Martins, T. L., & Vargas, V. M. F. (2013). Riscos à Biota Aquática Pelo Uso de Tintas Anti-incrustantes nos Cascos de Embarcações. Ecotoxicology and Environmental Contamination, 8(1), 1–11. https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.001

Edição

Seção

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