Sensibilidade de Algumas Espécies de Peixes de Água Doce Utilizadas no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5132/jbse.2009.01.002Palavras-chave:
ensaio ecotoxicológico, metais, peixes, sensibilidade, coeficiente de variaçãoResumo
Com a finalidade de comparar a sensibilidade de seis espécies de peixe de água doce, foram efetuados ensaios ecotoxicológicos, em condições idênticas, com os seguintes agentes químicos: cromo hexavalente, cobre, zinco, mercúrio, amônia não ionizada, e formulações dos praguicidas H.C.H. (popularmente B.H.C.) e D.D.T. As diferenças de sensibilidade foram consideradas expressivas quando a razão entre as CL(I)50; 96 h foi > 2. A normalização das CL(I)50; 96 h permitiu ordenar a sensibilidade das espécies de peixes, indicando que as espécies nativas [Hemigrammus marginatus (bandeirinha) e Serrapinnus notomelas (piabinha)] possuem a mesma sensibilidade que as espécies tradicionalmente utilizadas [(Danio rerio (paulistinha) e Poecilia reticulata (guarú)]. As outras espécies exóticas, Cyprinus carpio (carpa comum) e Tilapia rendalli (tilápia), se mostraram menos sensíveis do que os demais peixes estudados. Este estudo permite concluir que espécies de peixes introduzidas, como o Danio rerio e Poecilia reticulata, podem substituir as espécies nativas de caracídeos nos ensaios de ecotoxicidade aguda com substâncias e efluentes líquidos.
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