Avaliação da toxicidade da água do estuário do rio Ceará (Brasil)

Autores

  • Jeamylle Nilin Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • C. B. de Castro Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • M. F. Pimentel Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • W. Franklin Júnior Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • R. F. G. de Matos Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • T. M. C. Lotufo Laboratório de Ecologia Animal, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil
  • L. V. Costa-Lotufo Laboratório de Ecotoxicologia Marinha, Instituto de Ciências do Mar (Labomar), Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.5132/jbse.2007.02.003

Palavras-chave:

Lytechinus variegatus, teste de toxicidade, rio Ceará, qualidade das águas

Resumo

A bacia do rio Ceará compreende um dos três principais corpos hídricos da região metropolitana de Fortaleza, Estado do Ceará, Brasil. O rio Ceará e seus afluentes recebem efluentes domésticos e industriais cujos impactos não foram adequadamente investigados. Esta pesquisa enfocou a avaliação da qualidade das águas do estuário do rio Ceará, usando o teste de toxicidade embrio-larval do ouriço-do-mar Lytechinus variegatus. Quatro estações de coleta foram estabelecidas ao longo do estuário, e amostras de água foram coletadas mensalmente de março de 2004 até fevereiro de 2005. Na análise físico-química foi evidenciado um gradiente de salinidade e pH da parte interna do estuário em direção à foz, enquanto o oxigênio dissolvido e a temperatura foram similares para todas as estações. A análise das amostras mostrou toxicidade em três das quatro estações examinadas, especialmente em S1 e em S2. A maior toxicidade nestas estações provavelmente esteve relacionada à proximidade da confluência entre o rio Ceará e o rio Maranguapinho, que recebe efluentes do distrito industrial de Maracanaú.

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Publicado

2007-07-10

Como Citar

Nilin, J., Castro, C. B. de, Pimentel, M. F., Franklin Júnior, W., Matos, R. F. G. de, Lotufo, T. M. C., & Costa-Lotufo, L. V. (2007). Avaliação da toxicidade da água do estuário do rio Ceará (Brasil). Ecotoxicology and Environmental Contamination, 2(2), 107–113. https://doi.org/10.5132/jbse.2007.02.003

Edição

Seção

Artigos