Metalotioneína em Michole Diplectrum radiale (Teleostei) Como Biomarcador Para Poluição no Sistema Estuarino da Baía de Guanabara, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5132/jbse.2012.01.012Palavras-chave:
Estuário, Baía de Guanabara, Metalotioneína, TeleósteoResumo
A Baía de Guanabara é um ecossistema estuarino, semi-fechado e tropical localizado no centro da região metropolitana do Rio de Janeiro. Sua integridade ecológica possui um gradiente espacial o qual apresenta melhores condições ambientais próximas a sua entrada do que em suas porções interiores. Os objetivos do presente estudo são de avaliar a exposição do teleósteo michole, Diplectrum radiale (Perciformes; Serranidae), à contaminação por metal pesado através do uso da metalotioneína (MT) como biomarcador específico e identificar possíveis diferenças espaciais em termos de contaminação por metais pesados neste ambiente. Os efeitos dos fatores biológicos (fator de condição alométrico, tamanho, peso e estágio reprodutivo) e da variabilidade espacial sobre as concentrações de MT também foram investigados entre as áreas de amostragem. Os resultados revelaram fontes de variabilidade intraespecíficas na expressão da MT. Dessa forma, não foi possível empregar a MT como biomarcador para distinguir a poluição por metal pesado entre as estações amostradas dentro deste ambiente. A heterogeneidade espacial dos metais na fase biodisponível e a provável mobilidade dos peixes entre as estações contribuíram para os resultados incluindo mais fontes de variabilidade nos dados. Apesar disso, o michole pode ser considerado uma espécie alvo potencial para avaliação dos efeitos da contaminação por metais pesados através da comparação dos presentes resultados com outros ecossistemas estuarinos da costa brasileira.
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