Efeito Modulador do Extrato de Stryphnodendron adstringens Mart. (Barbatimão) Contra Danos Induzidos pela Mitomicina C em Camundongos
DOI:
https://doi.org/10.5132/jbse.2006.02.007Palavras-chave:
barbatimão, antigenotoxicidade, mitomicina C, micronúcleo, camundongosResumo
Stryphnodendron adstringens (Martius) Coville (Leguminosae), popularmente conhecida como barbatimão, é uma planta medicinal que cresce abundantemente nas Savanas centrais do Brasil. A decocção ou infusão da casca rugosa do tronco tem sido tradicionalmente utilizada pela população brasileira no tratamento de diarréias, leucorréias e como antiinflamatório. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito antigenotóxico do extrato etanólico de barbatimão (EEB) contra danos induzidos pela mitomicina C (MMC) pelo teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos. Doses do EEB (50 mg/kg, 100 mg/kg e 200 mg/kg) e MMC (4 mg/kg) foram co-administradas via intraperitonial (i.p.) em grupos de 5 (cinco) animais por tratamento. Para controle positivo, foi administrada uma dose de 4 mg/kg de MMC i.p. e para controle negativo, H2O destilada estéril. As preparações citológicas foram realizadas de acordo com a metodologia de Heddle (1973). Para todas as doses, a freqüência de eritrócitos policromáticos micronucleados (EPCMN) foi avaliada 24 h após administração. Os resultados obtidos mostraram que o EEB na dose de 50 mg/kg não provocou diminuição significativa na freqüência de EPCMN (média = 28,6; DP = 1,67) quando comparada ao controle positivo (média = 30,6; DP = 2,70) (p > 0,05). No entanto, nas doses de 100 mg/kg (média = 19,8; DP = 2,28) e 200 mg/kg (média = 16,8; DP = 2,58) de EEB foi observada inibição significativa da freqüência de EPCMN induzidos pela MMC (p < 0,05). Desse modo, os resultados indicaram que o EEB exibiu atividade antigenotóxica em medula óssea de camundongos.
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