O Ensaio Cometa na Avaliação da Genotoxicidade Induzida por Poluentes Atmosféricos Utilizando como Biomonitor o Molusco Cantareus aspersus (Müller, 1774)
DOI:
https://doi.org/10.5132/jbse.2007.01.007Palavras-chave:
biomonitoramento, Ensaio Cometa, Cantareus aspersus, poluição atmosféricaResumo
O objetivo deste trabalho foi verificar a viabilidade do uso do molusco terrestre Cantareus aspersus (Müller, 1774) como biomonitor e a metodologia do Ensaio Cometa como biomarcadora de dano genético, por meio da exposição dos organismos a poluentes atmosféricos da área estudada. Os moluscos foram expostos às condições atmosféricas na estação de climatologia do Campus da Ulbra, Canoas (RS), por 7, 15 e 30 dias em duas estações: inverno de 2004 e verão de 2005. O grupo-controle não foi exposto, permanecendo no laboratório sob condições controladas. Células de pulmão e hemolinfa foram analisadas por meio do Ensaio Cometa, um teste rápido e sensível na quantificação de lesões e detecção de efeitos de reparo no DNA. Foram analisadas 100 células/indivíduo/tecido e classificadas visualmente em cinco classes: sem danos – classe 0; até danos máximos – classe 4. Os resultados mostraram que as células pulmonares são mais sensíveis que as células da hemolinfa. Quanto maior o tempo de exposição, mais danos ao DNA eram causados. Em relação às estações do ano, verificaram-se níveis de danos maiores que os controles de forma significativa, porém sem grandes diferenças entre as estações. O organismo e o método utilizado mostraram-se baratos, efetivos e sensíveis no estudo envolvendo biomonitoramento de organismos expostos aos diversos poluentes atmosféricos.
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